AVC E O RISCO DE QUEDAS                                           Risco de quedas após o AVC - 1/5

                                  O AVC E O RISCO DE QUEDAS (TOMBOS)

A queda é um problema de saúde pública. E esse risco aumenta à medida que envelhecemos. Como o AVC, o risco é ainda maior. Confira a série que fizemos à respeito do assunto, com a prof. Dra. Jussara Almeida de Oliveira Baggio.

As quedas são um importante problema de saúde pública. A medida que envelhecemos o risco de cair aumenta. Estudos apontam que acima de 65 anos cerca de 30% a 60% das pessoas caem e que aproximadamente 40% a 60% dessas quedas geram lesões1.

Quando uma pessoa tem um AVC, o risco aumenta ainda mais independente da idade. Os números relacionados a quedas em pessoas com AVC são alarmantes, aproximadamente 40% caem até 6 meses após o AVC e 70% até 1 ano depois do AVC2,3. Dessa forma, ter um AVC é um importante fator de risco para quedas.

AVC e os riscos de quedas

O AVC pode afetar diferentes áreas cerebrais e, por isso, cada pessoa é única e pode ter diferentes sequelas. Entretanto, algumas estão mais relacionadas com o risco de quedas como: fraqueza muscular (principalmente relacionada com dificuldade para andar), alteração do equilíbrio, depressão, alteração cognitiva e incontiência urinária. Somado a isso já ter sofrido uma queda aumenta ainda mais o risco de cair novamente.